
Para a voluntária Maria Eliane Magalhães Guerra manter esse bazar é uma alegria apesar das dificuldades, pois a cada ano vem diminuindo o número de pessoas interessadas em participar dessa atividade.
“Estamos muito contentes com o resultado porque está difícil. Os mais velhos estão morrendo e tem pouca gente fazendo trabalhos manuais, principalmente aquelas senhorinhas que ajudavam bastante, trazendo de casa as peças, e que nem faziam parte da Vida Ascendente, mesmo assim, conseguimos montar o bazar, com menos peças do que nos anos anteriores, mas está sendo positivo”, explica.
Ela disse que o grupo espera continuar fazendo o bazar, mesmo, com poucos itens porque já faz parte do calendário da Festa da Padroeira. “Eu acho muito importante porque vem passando de geração para geração, então, que esse bazar se perpetue”, completou.
O padre Ademir Bernardelli, o padre Mi, disse que a importância do bazar não é só a tradição, mas ajudar também esses idosos a serem parte dessa história.
“Eles estão fazendo, construindo, bordando, tecendo e construindo uma história. A pessoa se sente cada vez mais realizada, pois está fazendo a sua parte e mostrando para a sociedade que vale a pena manter um caminho de tradição, daquilo que foi feito lá no passado e continua sendo feito no presente”, enalteceu o padre completando: “convidamos você que venha visitar o Bazar, faça sua compra, pois tem coisas boas e bonitas que você pode usar na sua casa”.
