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Matriz Centenária é tombada pelo Conselho do Patrimônio

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Conselheiros comemoram tombamento da Matriz (Foto Gislaine Mathias)
Conselheiros comemoram tombamento da Matriz (Foto Gislaine Mathias)
O Conselho de Preservação do Patrimônio Histórico, Artístico, Arquitetônico, Arqueológico, Ambiental, Documental e Paisagístico (CONPHAAJ) realizou o tombamento da Matriz Centenária de Santa Maria durante reunião na quarta-feira, dia 5 de agosto, na Casa da Memória Padre Gomes.
 
Este é o segundo prédio histórico tombado pelo Conselho Municipal. O primeiro foi a sede da Fazenda Serrinha, antiga Florianópolis. Jaguariúna tem o Centro Cultural tombado pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico (Condephaat), e entrou também em processo de tombamento municipal.
 
O presidente do conselho municipal, Paulo Fraga disse que a reunião foi bastante produtiva e salientou a importância do dia 5 de agosto. “Nós estamos caminhando pela história da cidade, reforçando também um projeto turístico. Primeiro, nós salientamos o dia 5 de agosto como a data de fundação de Jaguariúna, quando se tornou Distrito de Paz de Jaguary”, comenta Paulo Fraga.
 
O processo de tombamento começou na reunião de julho. “Tombamos a igreja com a praça como área envoltória. O prédio tombado facilita a aquisição de verbas para o seu restauro e manutenção. Nós abrimos também o processo de tombamento do Centro Cultural de Jaguariúna”, enalteceu.
 
Para o presidente Paulo esse tombamento é um momento histórico. “A Igreja Matriz é um marco da origem da cidade e nós tombamos esse prédio histórico na mesma data em que Jaguariúna se tornava Distrito de Jaguary”, complementa.
Matriz Centenária está passando por restauro (Foto Gislaine Mathias)
Matriz Centenária está passando por restauro (Foto Gislaine Mathias)

Matriz Centenária
 
A Matriz Centenária de Santa Maria é um marco importante e histórico de Jaguariúna, sendo considerada o marco zero. Atualmente, o prédio passa por uma restauração.
 
O início da construção foi em 1889, a pedido do fundador Amâncio Bueno ao engenheiro Guilherme Giesbrecht. O prédio ficou pronto em 1894, data que está escrita no altar da igreja. A inauguração ocorreu nos dias 12 e 13 de janeiro de 1895.