
No mês passado, a bateria fez uma apresentação na Mostra Brasilidades. “A Bateria Pegada da Onça é um projeto que participo com muito prazer e orgulho. Tem um gostinho de resgate de Carnaval perdido”, ressalta.
Ele comenta que o Bloco Siricutico da Onça foi um precursor desta ideia. “Tanto que o Igor Crecci e Matheus Nosor também estavam presentes no primeiro ano do Bloco Siricutico da Onça (2017). A diferença é que a Bateria Pegada da Onça trabalha apenas samba batucada e o Siricutico trazia outros gêneros, como Axé Music, Marchinhas e até Maracatu”, complementa.
Na opinião de Pedro Ferraz apesar da Bateria Pegada da Onça ser um projeto inclusivo que recebe qualquer pessoa que queira aprender a tocar, ainda existe pouca procura de interessados comparados aos grupos de outras cidades. “Acho que Jaguariúna precisa ainda resgatar essa formação de público do samba. O apoio e fomento da Prefeitura são fundamentais para pelo menos neste momento manter a Bateria Pegada da Onça”, finaliza.
