
Os dados são do Sistema Nacional de Nascidos Vivos e de acordo com a secretária de Saúde, Maria do Carmo de Oliveira Pelisão, refletem os investimentos feitos em diversos setores da cidade como saúde, cultura, educação e esporte.
A secretária reforça que esse é um problema de saúde pública e Jaguariúna tem tido um resultado positivo graças ao trabalho conjunto das secretarias e do treinamento dos profissionais da saúde para evitar que a gravidez aconteça na adolescência.
“Diferentes fatores contribuem para a gestação na adolescência, mas a desinformação sobre sexualidade é o principal motivo. Por isso, os profissionais são preparados para atender os adolescentes e oferecer gratuitamente métodos contraceptivos em todas as unidades básicas de saúde”, explica.
No Brasil a taxa de gestação na adolescência é alta, com 400 mil casos ao ano. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, a gestação nesta fase é uma condição que eleva a prevalência de complicações para a mãe, o feto e para o recém-nascido, além de agravar problemas socioeconômicos já existentes.