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É possível ser solidário em tempo de caos?

por Gislaine Mathias em 01/06/2020 A união e solidariedade podem salvar vidasA pandemia vem mostrando fatos que estavam diante dos nossos olhos, mas que passavam despercebidos diante da correria do dia a dia. Hoje, temos mais consciência das dificuldades dos profissionais de saúde em exercerem as suas funções e da necessidade de mais investimentos nesse setor, na maior parte das regiões do Brasil.
 
Temos ainda o privilégio de viver numa região que ainda dispõe de hospitais de referência, por contar com unidades que oferecem atendimentos mais diferentes especialidades e de apesar de também ter problemas são menores do que os registrados no restante do País.
 
Também percebemos com mais ênfase como a maioria do povo brasileiro vive na corda bamba para pagar as suas contas e ganhar o seu dinheiro, seja como funcionário ou empreendedor. E essa realidade foi estampada ainda mais com a pandemia.
 
Diante desse cenário estamos verificando como as ações de pessoas da comunidade, comerciantes ou de músicos podem ajudar as pessoas que estão mais necessitadas nesse momento.
 
Recentemente, a live da dupla Rick e Rodrigo reforçou a importância de unir música e solidariedade, mostrando como podemos usar o dom dado por Deus para ajudar nesse momento.
 
Outro ponto de destaque foi a participação de diversos comerciantes da cidade, que apesar desse momento, ainda tiveram força de vontade e o espírito de solidariedade, para contribuir nessa empreitada. E a população também foi fundamental para o sucesso dessa live, reafirmando que o brasileiro costuma ser solidário em tempos de crise.
 
Outra ação interessante e que vem chamando a atenção é da Secretaria de Turismo e Cultura, pois vem disponibilizando máscaras de proteção em árvores espalhadas pela cidade, fortalecendo assim, a importância da união em tempo de pandemia.
 
Esperamos que esse caos nos ensine muito e possamos iniciar uma mudança de comportamento em relação ao nosso modo de pensar e de agir diante das dificuldades. E que possamos iniciar o caminho de uma melhor estruturação da nossa saúde.
 
Eu encerro esse editorial com duas perguntas: queremos fazer a diferença no mundo, mesmo se for diante de pequenas ações e seguindo as regras para evitar o contágio da doença? Ou vamos continuar assistindo o caos sentado, reclamando, criticando e brigando por causa de política, negando assim, a importância da vida?
 
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