
Ela começou no projeto Campeões, da Secretaria de Juventude, Esportes e Lazer, com o professor Ciro Pires, que ficou muito feliz com a conquista da atleta.
“Eu pude acompanhar todo o torneio através da transmissão ao vivo da TV Equatoriana, pelo Facebook, e vibrei a cada instante, lance e principalmente, com a Taissa. Foi gratificante ver a equipe chegar até a final, culminar com o título e ainda a Taissa ser uma das principais jogadoras do Brasil na sua idade. Vou torcer para que ela mantenha um bom desempenho até chegar na seleção adulta, se Deus quiser”, enfatiza Ciro.
A Seleção Brasileira derrotou a Argentina por 52 a 38, na final do Campeonato Sul-Americano de Basquete, no Equador e Taissa, demonstrou as melhores médias, com 11 pontos por jogo (cestinha do Brasil), 10.3 rebotes por jogo (vice-líder), 4.5 assistências (líder geral) por jogo e 37:07 minutos em quadra por partida.
Simpática e ainda muito feliz pela conquista, a atleta acompanhou a aula das crianças do projeto Campeões no Azulão, ainda tirou fotos e conversou com os alunos.
Ela comenta sobre a sua experiência na modalidade em entrevista ao site Estrela da Mogiana.

Taissa – Foi uma alegria quando fui convocada para a Seleção Brasileira. Foi uma oportunidade gratificante, pois foi uma paixão e uma conquista ser jogadora da primeira Seleção Brasileira Sub 14. É uma conquista enorme.
Estrela da Mogiana – Como você define o jogo da final diante da Argentina?
Taissa – A final foi uma alegria dentro de quadra. Em determinado momento de jogo, a gente estava jogando bem ‘mortinha’, mas nosso técnico Diego disse que o time tinha oportunidade de ganhar e ser campeão. E conseguimos ficar com o título e todas ficaram alegres.
Estrela da Mogiana – Como é pra você ter conquistado o título e ainda ser considerada a principal destaque da Seleção?
Taissa – Foi muito bom ter sido cestinha e ser líder de assistências, mas também foi o grupo que me ajudou porque sem ele não conseguia atingir esse objetivo. E também a comissão técnica que me incentivou e coloquei minha mão firme para ser destaque do campeonato.

Taissa – Eu comecei jogar basquete aos oito anos de idade como brincadeira quando meu colega me chamou para treinar, mas eu era apaixonada pelo futebol. Foi então, que conheci o basquete e o meu principal técnico até hoje, Ciro, pois ele que abriu as portas pra mim para participar de campeonatos. E chegar hoje ver que continua a mesma quadra e onde tudo começou é muito importante pra mim.
Estrela da Mogiana – Nesse momento da visita passa um filme na sua cabeça sobre a sua trajetória no basquete?
Taissa – Passa um grande filme. O começo inteiro onde eu comecei, mas Jaguariúna pra mim é a casa do basquete onde tudo começou.

Taissa – O principal conselho seria para não perder o foco. Colocar no seu objetivo que você quer ser uma jogadora, seja de qualquer modalidade, e sempre continuar seguindo o seu coração e acreditar em Deus, que vai conseguir treinar e jogar sempre.
