
Com essa conquista, ela conseguiu uma vaga para o Campeonato Brasileiro de Kung Fu, que acontece de 4 a 8 de setembro, em Bombinhas, Santa Catarina.
Na opinião da atleta foi uma conquista muito importante e relembra que voltou a competir no ano passado quando ficou em 3º lugar na Seletiva Paulista e no Campeonato Paulista. Naquele ano, conquistou vaga para o Brasileiro, porém devido à falta de patrocínio não conseguiu participar da competição.
“Esse ano minha escola de Campinas terá apoio para a ida ao Brasileiro, então fui mais focada ainda, pois sabia que se conquistasse a vaga a chance de ir seria bem maior do que ano passado. Treinei muito para essa competição, competi com mais 6 meninas e fui a primeira a me apresentar, o que só aumentou a tensão, de ter que esperar a nota de todas as outras meninas para ter certeza da minha colocação. Foi uma grande conquista pra mim, principalmente pessoal”, relata a campeã.
Para chegar ao pódio é preciso muita dedicação. Ela treina todos os sábados com a equipe de competição da Shaolin Chan (escola de Kung Fu de Campinas) das 14h às 16h.
“Os treinos são focados nas especificidades de cada competidor e direcionado ao aprimoramento das técnicas de cada movimento, para uma melhor performance a cada competição. Durante a semana procuro treinar junto com meus alunos do Studio para não ficar parada”, explica.
A atleta reforça que o fundamental para os pódios é muito treino, dedicação e comprometimento.
“Diferente de quando entrei para o Kung Fu, hoje não tenho mais tanto tempo pra treinar, uma por questões de trabalho e por treinar em Campinas. Então o único dia na semana que vou pra lá para treino procuro me dedicar ao máximo para evoluir e chegar ao meu objetivo sempre, além de durante a semana tentar nos horários vagos treinar aqui em meu Studio também. Outro ponto importante é o apoio de toda equipe, tanto da escola de Campinas, como das pessoas daqui do Studio, a equipe é muito grande e realmente um apoia o outro seja, na derrota ou na vitória, isso motiva e nos faz ir além”, frisa.
Ela recordou que treina desde os 13 anos e começou por incentivo da mãe, mas acabou se apaixonando por tudo que o esporte proporcionou e ainda proporciona.
“Gosto da sensação de bem estar e paz interior que o Kung Fu me traz, sou muito ansiosa e no tatame é o lugar que mais me sinto em paz. Amo competir por ver que conseguimos ir sempre mais, conquistar sempre mais, independente de medalha, a conquista interior de se superar e acreditar em si mesmo. O Kung Fu faz parte da minha história e da minha alma, é o que move e motiva sempre”, frisa.