
A professora Nathália Penna Felicio explica que as meninas competiram divididas por níveis e categorias, sendo que as melhores atletas receberam medalhas de Ginastas Destaques da competição.
No Torneio Cia GR, Beatriz Cristina Jordão Marchesini e Maithe Della Nina Rodrigues foram as ginastas destaques, na categoria mirim. Já no juvenil, Emilly Rodrigues da Silva ganhou a medalha de destaque.
No adulto, Emily da Silva Maia e Manuela Alves da Silva foram as ginastas destaques do torneio.
No Troféu São Paulo, duas atletas se destacaram na competição com a conquista de medalhas: Emilly Rodrigues da Silva, no nível B (Mãos Livres) e Emily da Silva Maia – nível C (Aparelho Corda).
Também participaram das competições as ginastas Rafaella Ap. Rosal Barradas Teixeira, Mariana Assis Gomes e Giovanna Aliberti Galego Alves da Silva.

A professora explica que no ano passado resolveu levar as atletas em competições e nesse tempo foram se aperfeiçoando, treinando, trabalhando em cima dos erros e buscando o aprimoramento das técnicas.
“Enfim agora em 2019, nos sentimos prontas e preparadas para encarar as competições e com muito mérito elas conseguiram se destacar nas duas competições. Acredito que foi um excelente resultado, pois mostraram vontade, coragem, determinação e o melhor de tudo, espírito de equipe, principalmente no domingo que o nível da competição foi bem alto e a ginasta Emily Maia competiu em corda, conquistando o destaque sem nunca ter competido em aparelhos”, relata.
De acordo com Nathalia o fundamental foi a vontade das atletas em evoluir, não faltar aos treinos, se empenhar nas correções e todo um trabalho de equipe, amizade e parceria.
Ela ainda completa que a concentração na hora de apresentar as séries e a desenvoltura em questão de expressão corporal que cada uma desenvolveu e aprimorou em todos os treinos, detalhe que conta muito em competições de Ginástica Rítmica, também foram importantes para as medalhas.
“Pra esse ano ainda teremos a segunda fase do Troféu São Paulo de Ginástica Rítmica que acontece em novembro, teremos uma competição em conjunto de iniciação que participaremos também em novembro e pretendemos ir no Troféu São Paulo de Ginástica Artística e na Copa São Paulo de Ginástica Artística”, conta.
Desafios
“A ginástica é muito complexa, sendo ela qual for, Rítmica ou Artística. As pontuações dependem muito de uma boa desenvoltura em saltos, giros, ondas corporais, equilíbrios e expressão corporal que são pontos obrigatórios em qualquer série de ginástica. Tem que ser muito trabalhado, e até ter uma boa ponta de pé, uma excelente flexibilidade, dentre outras coisas”, relata Nathalia.
De acordo com ela o maior desafio é unir tudo isso em poucos dias de treino, normalmente a ginástica se treina todos os dias com cargas horárias altas. “Nós treinamos 3 vezes por semana, uma hora por dia, sendo a sexta-feira o treino mais longo que dura 3h”, relata.
Ela explica que como trabalha com as duas ginástica (Rítmica e Artística), precisa priorizar pontos importantes para que o treino seja produtivo para ambas as meninas.
“Outro fator desafiador é o psicológico das ginastas em uma competição, principalmente quando entram os aparelhos, o nervosismo aumenta e a pressão em não deixar cair ou errar também. Busco o melhor que elas podem me oferecer e levo elas para que façam o seu melhor, saindo da quadra com a sensação de missão cumprida. As premiações são consequências, mas ainda assim só consequências, pois o importante mesmo para mim é que elas se sintam felizes em ter conseguido executar tudo aquilo que trabalhamos, que torçam e vibrem umas pelas outras como uma verdadeira equipe”, explica.