
“A caminhada até o pódio foi muito difícil porque enfrentei adversários muito fortes e difíceis. A maior dificuldade foi uma lesão na panturrilha que me incomodou muito durante as lutas”, salientou o atleta.
Ele explicou que o fundamental para o pódio foi o treinamento coordenado pelo professor Cristiano Cecon que vem ajudando na sua evolução.
Ele contou que treina de três a quatro vezes por semana.
“Essa medalha representa muito pra mim porque consegui superar a frustração da perda do Mundial. E gostaria de fazer um agradecimento a fisioterapeuta Juliana Binhardi André da Clínica Corpo e Sorriso e ao Grêmio Takeda”, frisou.
A disputa ocorreu no dia 6 de agosto.