
O coreógrafo Michael Santos conta que teve como inspiração um clipe gravado pelo seu ídolo Michael Jackson. “Eu achei interessante porque são movimentos ritmados na batida, bem disciplinado, então, achei que isso seria importante para deixar a coreografia impactante”, destaca.
Ele relata que o grupo iniciou a preparação para o JORI após o carnaval, com ensaios três vezes por semana e quando chegou próximo da competição teve um aumento no tempo de treino.
“É gratificante, satisfatório e motivador esse terceiro lugar porque nós deixamos muitas cidades grandes pra trás e isso só fortalece a esperança de que a gente consegue ir mais longe. Fiquei muito feliz com o resultado”, frisa.
Michael foi coreógrafo pela terceira vez do grupo da coreografia de Jaguariúna, no JORI, e analisa que o fundamental para a conquista do bronze foi aprender com as participações nos anos anteriores. “Fomos aprendendo e esperamos fazer um trabalho cada vez melhor”, enfatiza.
Segundo ele essa conquista representa amadurecimento pessoal e profissional como coreógrafo e a quebra de tabu de que idoso não consegue dançar. “Eles estão quebrando o preconceito através dessas atividades. Só tenho agradecer aos alunos e a Secretaria de Esportes, pois a nossa vitória maior é ver o sentimento deles de amor, gratidão e satisfação com esse resultado”, destaca.
A coreografia contou com a participação de 27 cidades.