
A integrante da orquestra, Joyce Cristine Silva disse que foi um prazer se apresentar nesse evento e ver o público interagir e cantar junto com os violeiros. “Foi muito emocionante. E resgatar essa cultura da moda de viola é muito gostoso”, ressalta.
Ela ainda destaca que essa tradição precisa ser mantida por reunir obras genuínas e lindas. “É uma cultura muito bonita, então, isso não pode se perder, e por este motivo, pretendemos sempre mostrar essas músicas para o público”, ressalta.
A moradora de São Paulo, Josephina Zagari Bello, assistiu à apresentação e elogiou a iniciativa. “Eu adorei o evento e por mim eu ficaria o dia todo ouvindo essas músicas maravilhosas. A música raiz me traz muita saudade, pois os meus pais adoravam e de sábado se reuniam com os amigos para tocar viola, e isso traz uma raiz para o nosso coração”, comenta Josephina, que tem parentes na cidade.
Ela disse que esse evento deve ser mantido e destacou que Jaguariúna não esquece do passado. “Eu tenho 92 anos, e tenho muita recordação dessas músicas antigas, pois meus pais eram de roça, então, é uma música que nunca pode perder a raiz”, reforça.
O maestro Carlos Bicalho disse que foi uma das melhores apresentações porque o grupo estava completo, além disso, o Café com Viola tem um público fiel que acompanha todas as edições.
A secretária de Turismo e Cultura, Maria das Graças Hansen Albaran dos Santos disse que existia a proposta do Café com Viola ser itinerante, mas muitas pessoas pediram para que voltasse para a Estação de Guedes. “É um espaço muito lindo que está restaurado, e o evento é algo que valoriza a cultura da viola, principalmente no Estado de São Paulo. Eu acho sensacional”, complementa.
