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Mulheres em quadra: Audaz é finalista do Campeonato Municipal de Futsal Feminino

por Gislaine Mathias em 07/03/2020 Time pretende entrar focado em busca do título da competiçãoNeste domingo, 8, as equipes UniFAJ e Audaz se enfrentam na decisão do 1º Campeonato Municipal de Futsal Feminino, às 9h, no ginásio Azulão. De acordo com o técnico do Audaz, Gabriel Luis da Costa, conhecido por Fukas, as meninas se prepararam fisicamente, taticamente e psicologicamente.
 
“Eu acredito que o jogo entre Audaz e UniFAJ seja o de maior nível técnico, experiência e que vai ser resolvido nos detalhes. Vou preparar as meninas psicologicamente para terem a cabeça no lugar para não errar nos detalhes”, frisa.
 
A equipe começou a ser formada quando aconteceu um treino descontraído, então, a ideia foi lançada e aprovada pelas jogadoras. “O time se preparou para disputar o campeonato por dois meses e já chegamos na nossa primeira final”, acrescenta o técnico.
 
Ele disse que a equipe se transformou numa família. “A união das jogadoras, familiares e dos membros da comissão técnica, na hora do jogo e após cada confronto, faz com que a equipe fique motivada para jogar, treinar e ganhar. O mais positivo é a união”, enfatiza.
 
Para o técnico Gabriel, ter um campeonato voltado para as mulheres torna Jaguariúna um exemplo para outros municípios. “É importante para motivar aquelas que tem vontade de começar no esporte, para as mulheres que já jogam ou para o retorno daquelas que no passado já praticaram o esporte”, analisa o técnico.
 
Ele recordou que Jaguariúna no passado teve meninas que representaram a cidade e jogaram em Regionais e no Paulista. “Poder resgatar isso, e essas meninas se tornarem exemplos para a nova geração é fantástico.
 
Segundo ele o ginásio lotado foi uma surpresa muito boa, pois não tem coisa melhor do que estar dentro de quadra e ter pessoas te motivando e aplaudindo na arquibancada.
 
Na semifinal, o Audaz venceu de goleada a Ponte Preta por 17 a 0. O técnico Gabriel disse que o jogo foi marcado por sabedoria, regularidade e respeito.
 
“Quando a Ponte Preta estava com o time completo em quadra a gente teve a sabedoria de se posicionar muito bem taticamente e abrir o placar rapidamente. Eu respeito muito a Ponte, pois o time vinha de ótimos resultados e de viradas. Quando infelizmente, eles perderam a Luana, nós conseguimos ter mais espaço em quadra”, analisa.
 
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