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Memórias de Jaguariúna: A fotografia como hobby através das lentes de Chafi

por Gislaine Mathias em 24/07/2019 Fotógrafo Serafim Abib, num momento de descontração, andando de bicicleta pela rua Cândido Bueno, em 1950 (Fotos Acervo Casa da Memória)Conhecido pelo apelido de Chafi, o morador de Jaguary, Serafim Abib era um apaixonado pela fotografia. Na sua juventude, gostava de fotografar tudo que acontecia no distrito, desde as primeiras comunhões, casamentos, desfiles escolares, paisagens e a praça da igreja.
 
E em muitas fotos, costumava subir na torre da igreja para ter uma visão mais panorâmica dos acontecimentos e dessa, maneira, nos deixou registros de como era o centro histórico de Jaguary.
 
Numa época, em que não existia o hábito de tirar fotos, ele foi responsável pelo maior registro fotográfico de Jaguariúna das décadas passadas, mostrando detalhes do cotidiano, do modo de viver do jaguariunense e de suas festas.
 
Ele nasceu no dia 22 de setembro de 1924, em Campinas, e pertencia a uma das famílias libanesas que morava no distrito de Jaguary, se casando em 5 de julho de 1962, com Idalina de Souza Abib.
 
Os seus registros, na atualidade, são responsáveis por ajudar a construir e perpetuar a história de Jaguariúna. As fotografias, têm esse significado, o de eternizar momentos. A sua coleção na Casa da Memória reúne mais de 350 imagens.
 
Além do hobby pela fotografia, ele jogou futebol, foi vereador por duas legislaturas (como voluntário e sem remuneração), se formou bacharel em Direito e trabalhou em vários locais e serviços, sendo funcionário do Instituto Brasileiro do Café, como fiscal federal.
Chafi quando se formou no ano de 1952, como bacharel em Direito, na Faculdade de Niterói
 
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